domingo, 29 de setembro de 2013

Fio de ouro - como usar 2

     Uma das postagens mais acessadas - talvez a mais - aqui é a que fala sobre posicionamento e manutenção do fio de ouro na unha. Aqui, quero mostrar uma outra maneira de usar o fio de ouro, que é usá-lo como forma de mostrar o esmalte de baixo. Muita gente reclama da durabilidade dele e, com essa técnica, a gente não sofre com isso.
      Esqueci de tirar foto do processo mas é assim: escolha a cor que você quer que apareça como filete e pinte a unha com ela. Cole o fio de ouro fazendo o desenho que quiser. Se quiser um desenho com mais de um fio, aqui vai uma dica muito importante: após aplicar os fios e formar o desenho, nós vamos pintar por cima disso com a cor predominante. Aqui você tem que saber que temos que tirar os fios assim: o que foi colocado por último tem que sair primeiro. Se errar isso vai estragar tudo. Eu costumo colar os fios e pintar e tirar tudo de uma vez só em cada unha, acho menos chance de errar e menos chance de colar um fio no outro e tal.
      Explicando melhor: o fio tampa a primeira cor e a gente pinta por cima dele. Quando tiramos o fio, só ali onde ele estava vai aparecer a cor de baixo. Já vi muitas manicures bonitas jogando com prata e dourado, cores neon com preto... como vou usar adesivo no fim de semana, resolvi fazer uma mais delicada. Usei o Leme da Impala por baixo e o Laís, da Belíssima (Starvie) por cima. O Laís tem acabamento emborrachado e ficou bem interessante com o cremoso do Leme. Esse tom sobre tom me agradou muito:



     O brilho atrapalhou um pouco, mas fiz um desenho tipo um asterisco não centralizado na unha. Fiz filha única nas duas mãos e gostei muito do resultado. Infelizmente o acabamento emborrachado do Laís da aquele aspecto engordurado já no segundo dia (o fosco vai sumindo das pontas e parece que tá tudo com gordura de frango assado) (dclp sinceridade). Mas gostei bastante do esmalte, tem um tom muito lindo e dura bem. Talvez com extrabrilho isso não seja um problema.
     Depois vou tentar com neon e preto, já vi umas fotos finas.

sábado, 28 de setembro de 2013

Falando do cronograma capilar no Pequeno Ponto de Vista de Carol Neves

     Gente, seguinte: blogueira linda, cabelo azul, undercut, unhas lindas, look invejável... essa é a Carol. Pessoa simpática, atenciosa e inteligente, tem um blog mara que fala de tudo que a gente ama. Claro que me sinto muito honrada de estar guest posting lá, ainda mais falando sobre o Cronograma! Fiz um resumão de tudo e é bacana pra ter como referência.
     Corre e visita tu-do. A Carol apenas arrasa ;)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Rock

     Comentei que tinha encomendado adesivos do Bon Jovi pro show? Poizé. Foi domingo, fiz azunha com eles e to amando! Óbvio que é muito demais pro dia a dia, tá valendo é pro evento mesmo. O que mais deu trabalho foi deixar o esmalte branco decente por baixo, já que o símbolo tá nessa tela transparente. A cartela da Art Nas Unhas vem com 12 adesivos e consegui fazer sem desperdiçar nenhum, ou seja, ainda rola uma filha única depois. O único ruim do esquema todo foi falta de habilidade minha mesmo porque na parte transparente ficou bem marcado onde ele enrugou, já que estava em cima do branco. No dia nem ficou aparente, só depois mesmo. Achei muito o máximo essa manicure.
      Os adesivos são mais que recomendados! Além da qualidade, a encomenda fica pronta no tempo combinado, o preço é justo e o efeito é lyndo. Saca:

      Usei uma camada do Blanc, da Blant por cima de uma camada do Samba, da Risqué - minha técnica pra conseguir um branco quase sem manchas.


      Enfim, tenho muitas coisas pra falar de São Paulo, do show... mas dá (mais ou menos) pra esquematizar assim:
1- Jon Bon Jovi tem os dentes mais brancos da face da terra, como pude comprovar pela segunda vez.
2- Chad, do Nickelback, canta muito mesmo. A banda toda é muito boa.
3- Os caras são bons. Muito bons. Mais de 30 anos de banda, mais de 50 anos de idade, músicas eternamente boas, executadas com perfeição, guitarrista dando chilique, baterista operado e tudo sendo maravilhoso.
4- "São Paulo does it better then Rio. It's true."
5- "I came back to São Paulo for one reason, and one reason only; it's because I like to hear Brazilian girls screeeaaming"
6- "Let's get some alcohol on this stage. It's a rock concert, for crying out loud!"
7- Esse momento:
8- Todos os outros momentos.
9- A cara do mo.
10- Todo o resto.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Preto no pé

Clima de São Paulo, rock, trabalho, dissertação - porque nunca para mesmo - combina demais com esmalte preto. Como encomendei adesivos personalizados da maravilhosa Art Nas Unhas, to colocando esse neutro bold pra combinar com qualquer combinação que eu queira fazer com os adesivos. Recomendo preto no pé sempre, acho que da um ar super arrojado. Depois mostro a manicure da viagem. Vejam se gostam do pé assim, é o magnífico Preto, da Impala, com uma camada:

sábado, 14 de setembro de 2013

Minha militância - alimentação com menos química

     Eu não como nada de pó. Suco de pó, sopa de pó, pó de miojo, tempero de pó/ cubinho, nada de pó. Nada.
     Minha vida tinha muito (vamos colocar, aí, até uns 17 anos de idade): miojo com pozinho, CupNoodles, Sazon, caldos de cubnho, mais miojo, Sopão, miojo de novo (já falei miojo?).
     Sim, comia muito miojo, mas compensava que a comida feita aqui em casa nunca foi carregada no sal. Então considerem que eu comia o tal do tempero de pozinho normalmente, como você que tá aí deve comer. Um belo dia eu cheguei da escola, almocei normal. De tarde, comi um pão de sal e deitei pra cochilar [bons tempos]. Acordei com a maior dor de estômago da vida. Descomi tudo umas duas vezes e de noite não aguentei, pedi pra ir pro hospital.
     Eu tava no terceiro ano (ou no cursinho, não lembro). O que lembro é o médico brigando comigo, dizendo que eu tive uma crise epigástrica por stress e má alimentação. Na época (ah, lembrei, tava no cursinho) eu lanchava na rua em que estudava e bebia também, ainda que muito às vezes, o tal do refresco de pó, que era barato. O médico na época me alertou para os ácidos que esses compostos contém e, pior - a química que compõe tais produtos.
     Gente, vem comigo: é normal que um pó amarelo tenha gosto de frango a molho pardo? E que sua validade seja de anos? Vocês acham, do fundo de suas inteligências, que ali rola algum tipo de frango de verdade? Que a cor do Sazon vem inteiramente do urucum? Que no pó do suco Fresh tem, mesmo, tangerina?
     Eu alertei pra tal da química. Queridos, nosso corpo é natural. Somos organismos vivos que convivemos e sobrevivemos a partir de combustíveis (ar, alimentos), grosso modo falando. O mundo, na perfeição da Criação, existe pra servir aos seres vivos e à sua manutenção de qualidade. Tudo de que você de fato precisa está na natureza. Aí vem nóis e pimba. Química. Não sou contra a ciência, sou contra a gente assumir pra nós um estilo de obtenção de recursos (aqui, falamos de comida e bebida) a partir de coisas que são, puramente, químicas, que não contém nada de natural, aquilo que nosso corpo está pronto a receber e reconhecer.
     Como funciona um veneno? É um composto estranho que reage de determinada maneira que faz com que seu corpo estranhe, falhe, cause problemas, até mesmo a morte. A química usada na maioria dos alimentos hoje pode ser considerada um veneno. Vem comeego: seu corpo está apto para reconhecer produtos da natureza. Se você comer uma comida do planeta X, capaz de morrer. Por que? Seu corpo não a reconhece como comida, é uma ameaça, é um corpo estranho, não é da sua natureza. Aí você come um pó que tem gosto de picanha ao alho. Aham. Tão sacando?
     O que quero dizer é que a gente tem que se conscientizar que nosso corpo não quer, não pode, não deve receber aquilo que não é da sua natureza. Claro que é uma utopia, em sua totalidade, tem agrotóxico e conservante em tudo que se acha em prateleiras hoje em dia. Tô falando aqui de redução, de consumo consciente, de escolher o melhor/ menos pior - o que é, no caso hodierno, uma obrigação.
     Mas, pô, tomo Coca-Cola há anos e nunca morri.
     Que bom! Se você não tem gastrite nem sobrepeso nem celulite nem diabetes, parabéns, sortudo!! É lógico que você não morreu. As empresas não jogam venenos nas doses mortíferas na sua garrafinha fofinha de coca-cola. Não. A dose que vai ali é pequena, não vai te fazer mal hoje, a Anvisa libera, tá de boa. Enquanto você acreditar que está consumindo aquilo e tá de boa, quero te lembrar que não existem níveis seguros para consumo de substâncias maléficas! Principalmente se potencialmente cancerígenas.
     Tá achando que é drama?
     Ok. Eu fui pro hospital, tomei soro e mondicoisa que nem compensa falar aqui. Não acho normal que uma caixa de leite tenha validade de um ano, se o leite natural não dura três dias na minha geladeira. Não acho normal um pó ter gosto de frango a passarinho. Não acho normal meu dedo ficar laranja fosforescente quando como Doritos. Não acho normal que os níveis de corante caramelo IV na Coca-Cola sejam absurdamente maléficos e altos aqui no Brasil e que esses mesmo níveis sejam baixíssimos na Califórnia devido a uma lei.
     Essas químicas não são reconhecidas pelo seu corpo. Já parou pra pensar que comer e beber é colocar coisas dentro do corpo que você é? Dentro de você? Já parou pra pensar que, enquanto você acha que está arrasando comento Ruffles, você tá consumindo todo o sódio que deveria comer num dia inteiro? Que um Big Mac tem sódio pra mais de um dia? Isso não pode ser considerado normal, gente. Cada dia mais vejo gente diabética, hipertensa, molenga, desanimada, com gastrite, stressada, com câncer, infartada. Nosso corpo não processa tanta poeira do mal.
     Quero fazer terror? Ma nem pensar. Agradeço muito ao mo que me ajudou a hoje ter essa consciência e essa preocupação. Quando a gente tem 17 anos a gente acha que tá na prateleura, tá bom; se fizesse mal não deixavam vender. Mas a lógica do mercado é dumal e eles querem mais que você se foda.
     O que quero é iniciar aqui minha militância: sim, encho o saco dos meus amigos quando abrem um produto desses perto de mim. Sim, não dou refrigerante pra minha sobrinha, nem tomo há anos. Sim, não como nada de pó há anos. Sim, tomo leite de caixinha de vez em quando. Mas minhas escolhas são mais inteligentes - não virei uma eremita, mas sei que a pipoca de micro natural é muito melhor pra mim que a sabor bacon - que de bacon, mesmo, não tem nada.
     Vamos tomar a consciência e a responsabilidade sobre aquilo que somos e aquilo que seremos. Muito fácil é seguir na correnteza, fechar os olhos e rir de textos como esse achando que é conspiração e coisa de gente que acredita no Dan Brown. No fim das contas, as consequências serão, mesmo, nossas.

Assiste isto aqui, inclusive. Mas assiste tudo.


ps: dá pra se divertir, e muito, com comida, ter vida social, fazer gordice e, ainda assim, sair dessa cilada, viu? stay tuned ;)

ps2: mo, se não fosse você... obrigada por tudo.

este texto:

Este.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Because we can

Seje seja sábado, seja domingo, estaremos lá.


Só queria dizer que essa foto foi tirada por nós, na grade, back in 2009, no mesmo Morumbi.
:)

Preciso fazer isso!

Olha que lindo:
O pincel vai com um pouquinho de acetona :)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

putz

E aí que você é doida pra desertar pra Alemanha e essa moça aqui chama o lugar de "a terra da Nutella e da batata".
Tô falando sério, isso, mais o frio, o metrô e o fato de bitte servir pra um monte de coisa só tá piorando a situação.
Se alguém achar que ser a terra da Nutella e da batata é pouco motivo, pode tentar mandar uma redação pra desgrude@gmail.com. Nem vou ler.

Panquecas coloridas

     Nem sempre é moleza acrescentar os nutrientes necessários no prato de comida de todo dia. Ao mesmo tempo, nem sempre é moleza se divertir cozinhando/ comendo - e quem achar que diversão e comida tem nada a ver, aperta o x ali em cima, faz favor.
     Por isso que fazer essas panquecas foi uma coisa muito divertida, comer também. Além de amar massas de todo tipo, aqui em casa, desde criança, assisti na facção das panquecas de domingo, que quase sempre tinham recheio de um molho bem grossinho de carne moída. Até então era a receitinha básica, mas I took it to the next level.
    Quer ver que lindo? São panquecas de massa colorida. Nada de invenções de "caldos" (que de caldos não têm nada, são química pura, maligna, cancerígena, etc - já me mandou pro hospital, sério), nada de óleo besuntando. Só um copo de leite, um ovo, um copo de farinha, uma pitada de fermento. :)
     Pra colorir, nada artificial: pra fazer as panquecas roxas (ou rosas, dependendo da quantidade), usa-se beterraba. Pras verdes, rúcula/ couve. Pras laranjas (não fiz), cenoura.
     Nessas que fiz, a receita é:
1 - Bata no liquidificador um copo de leite, um ovo e meia beterraba média até dissolvê-la; Para as verdes: um punhado do tamanho da palma da mão de rúcula e duas pitadas boas de orégano; Para as laranjas, meia cenoura média.
2 - Acrescente um copo de farinha, uma pitada pequena de fermento e muito pouco - muito pouco mesmo sal. Eu nem usei. Olhaí a verde:

3 - Esquente bem uma frigideira antiaderente e coloque um fio de azeite. Com uma concha grande, meça uma quantidade de acordo com o tamanho da sua frigideira e sua preferência de "grossura" da panqueca. Eu usei 3/4 de uma concha grande de sopa pra cada panqueca.


4 - Se você nunca fez panqueca, calm down. É fácil. Assista esse vídeo a partir dos 0:50 e ignore a virada no ar. O que fazer pra assar dos dois lados - você viu no vídeo que a massa começa a firmar bem rápido, né? Já que sua frigideira vai estar untada, sua massa não vai grudar; você pega uma espátula de bambu/ madeira/ plástico própria para cozinha e vai passando entre a panqueca e a frigideira, como se estivesse passando a mão debaixo de um cobertor procurando alguma coisa (imagem poética), de modo circular. Assim, quando firmar bem, você pode usar a própria espátula para virar de um jeito seguro. Com as panquecas coloridas eu acho que não fica tão bonito fritar por igual dos dois lados porque o contato com a frigideira muda a coloração e a textura. Deixe assar bem de um lado e só alguns segundo do outro, deixando este lado menos "assado" por fora, fica mais bonito na apresentação.

Este lado ficou mais assado, deixei por dentro

Sei que tem muita descrição, mas jooro que é muito fácil e faz uma vista danada pruzoto. Mo comeu, sei lá, umas 5 e disse que não ficou com aquela sensação de empazinamento, ou seja, a massa fica levinha também - além de vitaminada. Se você tem crianças em casa, aconselho demais: é mais um jeito de dar um boost de nutrientes na comida delas. Pra Ísis vou falar que a panqueca rosa é das Princesas e a verde é do Shrek. Podem julgar. O recheio eu fiz com 500 gramas de frango desfiado refogado no alho e cebola picadinhos. Acrescentei molho de tomate e  leite.

Olhaí e me diz se não dá vontade:


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Slow down, crazy child

Linda música, lembrei dela hoje vendo um pedaço de "De repente 30"


É bom ouvir umas coisas assim de vez em sempre.

domingo, 8 de setembro de 2013

Unhas inspiradas em Betty Draper

     Desde que mo quis comecar a ver Mad Men o estilo da personagem Betty me chamou muito a atenção. Fiquei chocada pelo esmalte dela e, depois de procurar um pouco na minha caixa, achei que o Twenty Years da Impala seria um bom esmalte pra copiar a manicure dela.
      As fotos são do celular, espero que dê pra ver a delicadeza. É um pouco diferente do que costumo usar, indico sair dessa comfort zone as vezes. O esmalte é beeem ralo, usei três camadas e a aplicação do fio de ouro é aquela dica preciosa: corte a fitinha metálica menor que a unha e nao economize no top coat (tá  aí a postagem passando essa malandragem). O seriado se passa nos anos 60 e as cores eram bem limitadas; óbvio que o fio de ouro foi por minha conta, mas a cor foi total inspiração nas cenas da série - que, inclusive, é ótima, estamos no fim da primeira temporada.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Esmalte Anita - Brilho do Mar

     Essa semana postei lá na página do Face (curte lá!) a marca nova de esmaltes que chegou na Mega Vale essa semana que passou. De cara imaginei que pudesse ser da cantora de funk, mas o nome do esmalte, ao contrário da cantora (que, by the way, se chama Larissa), é escrito com apenas 1 "t" - Anita.
      O que se vê de cara é o vidro gordinho, com 10 ml. Vi uns cremosos bonitos e uma linha de tratamento também, me lembro de ver base e top coat (não me apeguei ao resto, acho que tratamento não é algo que se sai experimentando do nada). Não tirei foto, mas tem essas imagens pra vocês verem como é o vidrinho (aliás tirei foto do celular pra postar na página do Face, tem lá sim).
     Tinha uns cremosos bem bonitos, mas se era pra pagar 5,40 reais num esmalte, ele teria que sre diferentinho. Claro que não esperava a qualidade de Penélope Luz, mas resolvi arriscar no glitter bonitão Brilho do Mar. No vidro nem distingui o que tinha dentro, mas ao chegar em casa vi que tinha muita coisa. Olha aí:

Samba, Risquè e Brilho do Mar, Anita (duas camadas de glitter)


     De fato ele não é aquela beleza de passar como os PL, tem que dar aquela "depositada" de glitter na base da unha e depois puxar com delicadeza, senão o pincel puxa tudo pra ele de volta. Honestamente nem achei tão mal assim, ficou um resultado bem bom. Juro procês que a base é transparente, mas tem tanto micro azuis que fica parecendo que tem base azulada. As partículas que vi são hexagonais marinho e azul claro (metalizadas), fitilho azul marinho e os micro clarinhos. Boa combinação, mas poderia ter menos micro glitters (claro que a gente sempre tem que reclamar de algo. de qualquer forma gostei muito mesmo dele).

     A combinação que usei foi o Samba puro nos pés (na foto tá meio pérola, mas é o mesmo branco metálico antiiiigo da Risquè). Me lembrou a época que eu fazia pé na pedicure e a Jamille só deixava eu passar branco, porque, segundo ela (na época), "pé pede branco". Hoje ela tá toda prafrente e usa preto no pé e branco na mão #achochique.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Organizando colares

     No carnaval deste ano eu fiz a arrumação do século. Tirei muita tralha e ajeitei minhas coisas. Daí que precisava de um lugar pra colocar meus colares sem que eles virassem um ninho impossível de desfazer. Daí que mo, muito inventivo, teve essa ideia:
      Tão identificando o que é? É um suporte de prato decorativo, tipo aqueles de colocar uma louça de bodas, por exemplo. Mo inverteu a posição e parafusou na porta do armário, já que o suporte tinha uma alcinha de metal com um furinho. Certamente uma pessoa habilidosa consegue fazer um desses sem grandes ciências. Desculpe mostrar a ideia sem mostrar a execução, mas na época nem pensava em mostrar isso em lugar nenhum. Entendendo o princípio, acredito que dê pra adaptar ao que se tem. Cuidado pra não atravessar a superfície em que você vai posicionar seu suporte com o parafuso.
      Ficou bom porque ficam separados em três seções, e ainda consigo colocar na parte de trás (dá pra ver? Onde está este de pérolas - eu que fiz, depois posso até mostrar como). As prateleiras não encostam nos colares, ficou realmente ótimo.
     Pra tampar o arame/ parafuso que está prendendo tudo usei uma fita da minha sapatilha de balé, que sobrou, fazendo uma amarração pra frente/ pra trás e dando um laço. É ótimo porque não preciso de meia hora e três quilos de paciência pra desembolar cordões antes de sair.