terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Porque não visto branco na virada do ano

     Eu sempre fui uma pessoa supersticiosa. Não exageradamente, não deixava de viver normalmente por isso nem arrumava briga se alguém passasse a vassoura no meu pé. Mas era. No meu vestibular, por exemplo, fui vestida de branco todos os dias de provas. Um dia passei, etc. Tinha várias manias.
     Mas a questão principal disso é: a cor que eu visto tem esse poder? Primeiro que o ano, uma marcação arbitrária de calendário baseada muito máomeno no cilco do nosso planeta em relação ao Sistema Solar, não passa de um número. Sim, somos rodeados deles, dos ciclos, das datas. Mas colocar tal cor de roupa, comer uva, gente, como isso me ajudaria a passar melhor os próximos 365 dias que virão? E se for ano bissexto, a mandinga deixa de valer no dia 30 de dezembro porque só valia pra 365 dias? E se for considerado o movimento de translação da Terra em relação a outros elementos do cosmos? Neste exato momento você está passando outro tipo de réveillon com (insira aqui a roupa que está usando) e nem sabe.

     Não quero ofender a crença de ninguém, mas me refiro a quem acredita em Deus - poxa, gente, acreditando Nele, onde é que está faz sentido que colocar a bolsa no chão faz você ficar pobre? Que varrer o pé não deixa casar? Que vestir preto na virada é terrível?
     Entendo que muita gente associa energias de cores, mas, enquanto cristã, acho muito fraquinho ficar defendendo que o branco traz paz. Ô gente, vamos raciocinar: é uma cor. Culturalmente, o branco foi associado à noção de tranquilidade, da mesma maneira que o rosa  foi associado à noção de feminino (favor ver este vídeo). Aí você vem me dizer que veste a cor x para atrair tal coisa pro seu ano sendo que você está se baseando em uma noção culturalmente formatada e, além disso, está depositando sua fé e esperança de um ano bom e produtivo numa calcinha. Repito, essa postagem faz sentido se você acredita em Deus - minha hipótese aqui é que não faz sentido acreditar que um ritual besta como não deixar o chinelo virado vai salvar a vida da sua mãe quando existe algo maior que toma conta de você. E se você não acredita em Deus e pensa que a roupa rosa vai te trazer o amor em 2014, bom, tá fraquinho, né? Quer dizer que naquele segundinho a cor que você usou vai definir todo um movimento energético positivo para que a pessoa ideal te encontre e te faça feliz nos próximos 365/ 366 dias? Não cola, desculpa.
     E ainda tem que lembrar do horário de verão, hein! Vai acreditar em qual versão da virada de ano? hahahahahaha
     Quem acredita em uma divindade superior tem mais é que parar com essa bobagem: me desculpem se ofendo alguém, mas já que é um blog pessoal, achei válido mostrar um pouco da minha opinião sobre o assunto. Depositar sua felicidade de um ciclo (um ano, uma faculdade, um namoro, um emprego) em uma ideia empurrada pra você que se baseia, bom, que geralmente se baseia em ideias sem nenhum embasamento (nem espiritual, pros espiritualistas).
     Vamos acreditar naquilo que realmente vale a pena. Ou você acha que, existindo Deus, ele deixaria que a cor rosa ou roxa seria o grande definidor do seu ano? Você acha que aquilo que ficam inventando por aí de vassoura atrás da porta realmente faz algum sentido real? Você acha que eu passei no vestibular porque eu vesti branco? No ano anterior eu fiz a mesma coisa e, bom.
     Acreditar em Deus demanda muito mais esforço que qualquer tipo de batida na madeira. Sei que é muito mais fácil depositar na cor da roupa a responsabilidade que é nossa -  a de trabalhar e fazer as coisas acontecerem. Muita gente se afasta de Deus ou muda um pouco o rumo exatamente porque as coisas não ficam fáceis. Quantas e quantas vezes já ouvi sobre o tal do "sentir-se bem"... nem tudo que te faz sentir bem é bom... eu, como convertida há não muito tempo, vejo que muita gente não quer olhar pra dificuldade que é seguir uma fé e corre pra algum caminho que satisfaça melhor a preguiça ou alguma disposição pra outros caminhos que lhe parecem melhores, mais fáceis, mas "abertos".
     Acho que nem é o caso, mas já faço uma pequena "defesa": se você acredita em rituais diferentes dos meus, não precisa fazer um comentário enorme me xingando! Conheço muita gente que tem como preceito da fé o sacrifício de animais, por exemplo, e quem sou eu pra julgar. Sei também, depois de bastante tempo com Estudos Culturais, que pra quem crê, é crença; pra quem não crê, é superstição. Então se o que eu chamei de mandinga é a base mais cara da sua vida, foi mals! Meu texto está mais direcionado pra galera que acredita em Papai do Céu e fica se ligando em bobeiras, ok? Não briguem comigo. Não deixem de ler meu blog porque tem a fé diferente da minha. Não briguem com os coleguinhas da escola. Não pise na grama. Não chore, vai dar tudo certo.
     Comprou uma roupa branca linda e achou que meu texto faz sentido? Sua casa tá cheia de comigo-ninguém-pode? Usa a roupa! Deixa a planta lá! A questão não é o que a gente faz, nesses casos, mas a fé que a gente deposita em objetos que não são mais que isso.
Mil bjs e, bom, feliz vida!

ps: uma versão mais formal deste texto foi publicada no blog Oficina de Valores, grupo do qual, orgulhosamente, faço parte. Se quiser conhecer nosso trabalho, sinta-se a vontade!

Receita da Laris para recuperação capilar pós-química

     Gente, essas minhazamiga são demóis mesmo. Além de ter conseguido um ruivo dos sonhos, Larissa é gente como a gente: em vez de gastar 50 pau no salão fazendo "hidratação", ela faz os esquema em casa. E passa a receita pra desgrudagem:

"trava, receitinha maravilha pro desgrude: 4 colheres de Yamasterol branco + 1 tampinha de Bepantol solução + 1 colher de ampola 3 em 1 da Vitaseiva. Meu cabelo tava FODIDO por causa de descoloração e tintura, to impressionada com o milagre realizado hahaha se vc quiser depois posso mandar fotos"

     Sim, já falei com ela que queremos as fotos. Vou fazer hoje porque, bom, fiz luzes de novo, depois de um longo e tenebroso inverno ano sem química. Depois que meu cabelo caiu lá no corte químico, deixei descansar por esse tempo e fiz 2 cortes, ou seja, a parte mais danificada já havia sido cortada. Além disso, fiz cronograma e cuidei direitinho. O aspecto dele no fim desse período já era ótemo, um brilho maravilhoso. Há 11 anos que não tinha o cabelo tão saudável. Mas, né, pra que saúde quando você está morena. Já estava triste de tanto ouvir "mas você tá morena". Não deu.
     Fiz as mechas com um cabeleireiro maravilhoso, que também é tricologista - porque agora sou esperta. Ele analisou os fios antes e fez tudo no seguro, conferindo toda hora durante a descoloração. Fiquei bem tensa, mas o cara é entendido - é o Hilton Prates, se alguém interessar posso passar o contato, é na Santo Antônio, em Juiz de Fora.
     Maaaas, claro que detona tudo, né. To fazendo a Bethania. Mas to hidratando e já fiz umectação, já melhorou bem, mas depois da proteína é que vai voltar a prestar.
     Enfim, depois mostro/ conto. Só vou substituir a ampola (a minha acabou e não achei) por uma colher de creme Tutano e d Pantenol da Haskell, que já mostrei aqui. O Yamasterol achei na galeria dos pobres por R$1,90 o potinho pequeno. O Bepantol solução é a vida de uma pessoa e tem em farmácias em geral.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Maquiagens pra copiar

     Eu acabo sempre fazendo várias maquiagens de que gosto, mas nunca posto nada porque não sei tirar fotos, não tenho tempo nem habilidade nem voz pra gravar vídeos de qualidade e, principalmente, acho que já tem gente suficiente fazendo isso muito melhor que eu na internet.
     Por isso, trouxe hoje uma seleção de maquiagens legais que considero fáceis de copiar, mesmo pra quem não tem muita habilidade ou um kit absurdo de pinceis. Considero a maquiagem um grande aliado - essa semana mesmo acabei saindo na pressa pra trabalhar e não passei meu querido BB Cream (Loreal). Quando olhei no espelho achei que tava com mór cara de cansaço e doença (quem nunca). 5 minutos com minha nécessaire (BB Cream, pó, lápis preto e rímel) e já me senti muito melhor.
     Isso porque não acredito que maquiagem deva ser um evento nas nossas vidas, algo difícil e custoso que a gente só usa sábado à noite. Ela é um aliado da auto estima e do bem estar, e isso a gente quer todo dia.
     Este primeiro vídeo é da Lisa Eldridge. Está em inglês, mas dá pra entender bem: ela faz uma pálpebra inteira de roxo (e ela diz que dá pra fazer de outra cor) e depois adiciona glitter bem fininho por cima. Além disso, clareia o conto interno e suaviza as bordas  com a sombra mais clara. Divo. Tirando a parte de suavizar as bordas (que se resolve com um pincel macio e recheado), o resto se faz facinho com o dedo mesmo.


     Neste vídeo aqui, a moça definiu exatamente o que eu sempre fiz em termos de maquiagem: como sempre preferi gastar em mais sombras do que em pinceis, nunca os comprei; acabei me virando e aprendendo a fazer tudo com os dedos. Via os vídeos e adaptava, descobrindo as técnicas que devia usar na medida em que fazia mesmo. Essa coisa de usar um dedo pra cada região, bombar o preto no cantinho externo, passar o dedo limpo para fazer efeito de esfumado... No meu caso, como tenho a tal da pálpebra caída/ gordinha, subir a sombra do côncavo "imaginário" que tenho é o que faz com que pareça que estou maquiada - fica a dica pra você que passa sombra, abre o olho e parece que não tem maquiagem nenhuma. Não curti muito a combinação de coral e azul, mas o vídeo é ótimo. [É por causa do fato de não dar pra usar cores claras nessa técnica (porque um bege no centro e um preto no canto externo precisam de um bom pincel de esfumar pra fazer um degradê bonito e simétrico) que eu me acostumei a escolher sempre cor escura com cor escura e cor clara com cor clara, essa frustração eu acabei tendo rsrsrs]


     E vocês? Têm se maquiado?

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Quo vadis

     Meu sonho é escrever um monte de termos latinos legais na dissertação, e citá-los no dia da defesa, tipo "o status quo do indivíduo fica ameaçado pela própria definição do que é a vida, e a vida compreende o devir sine qua non, de acordo com Gilles Deleuze".
     Mas por enquanto já tem a palavra "Merda". E ninguém pode falar nada porque é a sério. Já tá bom.
     (Relendo aqui até que a frase inventada ficou boa. Vou bem usar).

sábado, 14 de dezembro de 2013

Batata cremosa da May

Essazamiga com instagram mata a gente!
A Mayara fez essa foto, e claro que eu pedi receita pra botar aqui. Batata, preguiça e facilidade são tudo na vida de uma pessoa!!
Olha a própria falando:
"tentei fazer uma receita que vi na TV de batatas assadas no forno que viraram batatas cozidas! Hahahaha Piquei, joguei farinha de trigo, azeite, verdinhos (aí eu coloquei manjerona) e sal. Ficou tipo uma batata souté, aí eu coloquei uma fatia de queijo pra derreter no meio e misturei, ficou bão que só! Acho que coloquei azeite demais, por isso não assou. Mas azeite nunca é demais ficou cremoso nham nham nham"

Tá? Tá?



sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Fessô

     Não sou a favor desse negócio de norma culta e "estão assassinando o português" etc e tal e sei que a língua tem suas mudanças, seus caminhos, sua evolução natural e que a aplicação na fala e no cotidiano abarca certos "desvios" daquilo que se vê na norma padrão.
Dito isso.

     Vejo uma pessoa postar no facebook:

"ah, blá blá blá ajente blá blá blá"

     Alguém comenta:

"é AGENTE - COM G"

     A pessoa que postou responde:

"ah, ok, brigada fessô"

Gente.
Fessô. As in PROFESSOR.
Espero que seja professor de zumba.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Sanduíche ovni

     Não que eu seja adepta desses lances de ufologia e tal, mas o formato acabou de me inspirar o nome dessa receitinha. Fica muito gostoso!
     Não sei se vocês conhecem o Rap 10, que é tipo um pão que vende no mercado num saquinho tipo ziploc. Ele vem "cru" e é essa rodela aí, pra fazer é só colocar por alguns segundos numa frigideira, sem gordura mesmo. Menos tempo ele fica mais maleável, nesse dia eu deixei mais tempo e ficou meio durinho, o que eu não curto tanto (ah, gosto mais do light, mas no dia só tinha integral). Claro que dá pra fazer com pão sírio - ou mesmo qualquer pão, com certo prejuízo no formato rsrsrs


     Usei como recheio uma cenoura grande e uma cebola. Pra quem não é muito fã, rola fazer com menos cebola ou com ela refogada, pra diminuir a picância. Aqui, gente, faz o que der - frango desfiado, carne moída, batata, enfim.
     Pra misturar nesse recheio, refoguei alho e misturei tudo com um garfo (cebola no ralador, bem fininha, cenoura também, e o alho queimadinho + maionese e mostarda). Substitutos: iogurte natural, requeijão, creme de leite, ricota...
Uns três dentes de alho, pra quem curte. Fritei no azeite.
Duas colheres pequenas de maionese e uma de mostarda
Tipo uma pasta mais pra consistente. Se sobrar maionese fica enjoativo.
     Espalhei no Rap 10 já pronto uma quantidade e cortei umas rodelas de tomate por cima.
     Daí é só ir empilhando uma rodela, recheio e rodela de novo. Pode enlouquecer, gente: queijo ralado, orégano, páprica, abacate (se gostar de doce com salgado)... Ah! O Rap 10 serve pra doces também! Olha o que a Dani, do Ricota não derrete fez! Um wrap de banana!
     Fica bonito! Eu cortei em cruz e ficaram quatro sanduichinhos triângulo bonitinhos!

     Dá pra flutuar do saudável à gordice, ou num dá?
*o desgrude não trabalha com conteúdo pago. os produtos e serviços indicados são descritos espontânea e livremente, de acordo com a minha opinião.
*o(s) produto(s)/ serviço(s) dessa postagem foi(foram) comprado(s) por mim.




 

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena, já disse Pessoa.
E também quando acontece isso - aluna aprovada em prova de admissão de colégio me manda no Face:

"Queria te agradecer pq no dia dessa prova tive aula com você explicando sobre como fazer Redação e por isso mandei bem !!"

Pronto. Muito orgulho, muito amor, muito feliz, muito tudo.

domingo, 8 de dezembro de 2013

Dicas para professoras - nós e o giz

     Se tem uma coisa que destrói cutículas essa coisa é o giz. Depois que minha carga horária aumentou, percebi que minhas mãos e unhas ficaram muito mais ressecadas, e as tais pelinhas levantam muito mais dos lados das unhas, mas daquele jeito doído mesmo. Além disso, as digitais vão sendo comidas (sério! minha tia passa aperto com a biometria do plano de saúde), as roupas vão sendo comidas, as bolsas... tudo! rsrs Eu gosto muito de dar aula em quadro negro e detesto quadro branco, mas o giz dá muito esses problemas. Ontem senti um arranco no meu dedo, e era um quase corte de giz - muito doloridinho.
     Nem preciso dizer que, se você tem uma mãe/ pai/ cônjuge/ amigo que é da profissão, vale pra eles também! Ainda que seu marido vá rir na sua cara se você meter a cerinha Granado na bolsa dele, não custa incluir um bom hidratante noturno na rotina dele.
     Ficam aqui umas dicas:
1) O tão recomendado por mim creme da Nívea - Milk (o azul escuro). Ele serve para pele seca a extra seca, eu uso no corpo todo e é uma mão na roda pras mãos.
2) Lave a mão com sabonete depois da aula. Muitas vezes o que acontece é que a gente põe a mão debaixo d'água e sai aquele caldo amarelo de giz e água, além do alívio de tirar aquele pó da mão. Mas eu observei que só a água não tira tudo e, ainda mais se a mão estiver já ressecada, aquele pó fininho do giz entra nas linhas da mão. Tensíssimo.
3) Use sabonetes hidratantes. Eu já sou a pessoa mais alérgica do Brasil e há tempos só uso Dove - sabonetes comuns me matam de coceira devida ao ressecamento. Um sabonete que é puro detergente não te ajuda em nada nessa parte - ele limpa, mas ajuda a ressecar.
4) Carregue creme/ cerinha Granado na bolsa. Acabou a aula e ainda vai ter que almoçar e dar mais aula depois? Tem reunião de pais? Vai pra bandidagem e não vai dar pra passar em casa? Não tem coo deixar pro outro dia. Hidrate tudo, ainda que tenham mais aulas mais tarde, prometo que vale a pena.
5) Tenha roupas de dar aula. O giz castiga as roupas. Se você trabalha num ambiente que exige uma vestimenta mais social/ chiquezinha, você vai ter dó de usar suas roupas mais legais e estragá-las! Tenha roupas específicas para trabalhar; não precisa gastar com isso. Pode até mesmo ser aquela roupa legal que você já usou muito para sair mas ainda tá ótima.
6) Tenha uma bolsa resistente de trabalho. Aqui não vale aquela bolsa feiosa que a Prefeitura distribuiu na última reciclagem, mas também você não vai empanar de giz a sua riqueza da Luz da Lua. Tenha uma bolsa resistente pra carregar seu material e que segure bem a onda do giz, além de ser impermeável - pra chuvas ocasionais não transformarem as provas dos seus alunos numa massa disforme.
7) Cuidado com a cara de palhaço. Essa não entra no quesito ressecamento, mas no palhaçada de aluno. Quem nunca saiu da sala e entrou no banheiro dando de cara com uma manchona de giz laranja na testa? Cuidado pra não se pintar toda e motivar os bilhetinhos e risadinhas maldosas dos seus adolescentes.

Mais alguma coisa que vocês queiram partilhar? Eu amo giz, mas tem hora que me mata de raiva.
*o desgrude não trabalha com conteúdo pago. os produtos e serviços indicados são descritos espontânea e livremente, de acordo com a minha opinião.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Foi bom enquanto durou

Você me acompanhou durante muito tempo. Andava comigo. Me ajudava, as vezes ate me salvava. Muitas vezes foi você que me fez enxergar como eu me encontrava. Você possibilitou muitas coisas que mudaram meu rosto. Você foi, de longe, o melhor de seu tipo que ja passou pela minha vida.
Foi muito bom enquanto durou.
Vou sentir muito a sua falta











Rip pó compacto.
Obg por tudo