terça-feira, 29 de abril de 2014

Para as bloguistas

Tenho comentado (tentado comentar) no blog de vcs, mas nao to conseguindo!
Não desistam de mim!
Descubram qual a força obscura e insana (bj, Carol Caniato) que faz com que eu clique em "publicar comentario" a página atualizar e fazer a egípcia pra mim.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

O cabelo ruivo - xente, como desbota

     Pra ir de luzes platinadas como eu tava pro ruivo eu sabia, gente, eu juro que eu sabia que ia desbotar. Mas pra ir de Jean Gry pra Marina Ruy Barbosa menina que aparecia de fantasma na novela em 13 dias é demais pro meu coração.
     Não vou com a cara da Marina Ruy Barbora. Além desse sobrenome que me dá vontade de xingar por adjetivos.
     Em 13 dias e 5 lavagens estou com aquele "ruivo natural". Todo mundo elogia, que coisa linda, que coisa rica, parece que você nasceu assim.
Não quero parecer natural. Não quero parecer que eu nasci assim. Se eu quisesse parecer natural eu não pintava cabelo. Quero Joan Harris. Quero choque.
     Mas assim, tá bonito. To fazendo cronograma, to cuidando, tá desbotando pra cores bonitas, não to fazendo vergonha na rua. Mas né.
     Tá rolando toda uma esquizofrenia se estou gostando ou não do meu cabelo como ele está. Tem hora que eu acho a coisa mais linda tem hora que eu me acho loira aguada tem hora que me acho castanha e quero jogar um tom 1.
     Nem prozac no meu caso, gente.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ruivez II - a explicação

     Depois de muitos "óóó", "gente, você pintou o cabelo", "olha, fessora, achei que tivesse entrado na sala errada" e até alguns "não gostei, acho melhor do jeito que tava", estamos aí, ruivas. Muito estranho falar isso.
     Porque eu fui loira 11 anos. Eve, isso é ser velha: falar época, falar que foi loira 11 anos.
     E era tipo uma identidade. A loirice sempre me foi um sonho porque sou filha de uma loira muito poderosa - e natural (do olho azul, pra humilhação geral do país). Aí que o platinado virou a obsessão que me garantiu Fárias aventuras. Mas né, a gente não desiste. Depois do corte químico de 2011 eu fiquei 2 (dois) anos sem química nenhuma (mentira, 2 meses depois do corte químico fiz umas luzes fajutas que detonaram meu cabelo num salão CAARO aqui em jf, abafa) e, com o tempo, acabei ganhando uma espécie de "californianas" só deixando o cabelo crescer. Tava bonito, até. Nesse meio tempo eu aprendi as coisas todas do cronograma capilar e tratei do bichinho direito. Meu cabelo nunca foi tão saudável, actually (pelo menos desde os 14 anos). Mas né, a coisa loira dentro de mim pedindo pra sair, pedindo pra sair e lá fui eu no cabeleireiro que a Jamille me indicou. Muito com medo, muito. O cara é muito bom, hein? Me deixou mais tranquila e fez a cor que eu queria, com calma e olhando a saúde do fio de 10 em 10 minutos. Adorei mesmo.
     Isso no último dezembro. Fiquei loira como sempre mas não senti aquela emoção que eu sempre sentia no retoque de raiz. Achei que seria uma fase, porque passou muito tempo etc. E deixei pra lá.
     Sempre quis um cabelo ruivo pra chamar de meu. Vendo a Joan de Mad Men era uma coisa, enchia o saco do mo que amava o cabelo dela (desce todas as fotos pra ver as várias tonalidades que ela usa). E sempre ficava querendo, mesmo anos atrás, sempre, mas achando que seria algo pra, sei lá, uns 30 anos de idade. Coisa da minha cabeça.
     Juntei a fome com o enjoamento que tava do meu loiro. Tava um loiro lindo. Mesmo. Não tenho raiva das loiras nem me arrependo. Mas vi que tava na hora.
     Cacei tempão no google imagens do tom que eu queria. Achei várias referências e fui no Hilton (cabeleireiro das estrelas). A primeira coisa que ele falou quando me viu: "vamos retocar essa raiz" e eu - "bom, queria essa cor" e mostrei a foto. A coisa mais legal foi ver a animação dele e como ele deu atenção às referências doidas de cor que eu dava. Eu mesma não sabia que eu estava passando exatamente o meu desejo pra ele entender, o que se traduziu na realidade do meu cabelo dias depois.
     O que ele fez: como eu sou um tom entre 6 e 7 acinzentado e estava de luzes, foi exigida uma pré-pigmentação. Toda uma bruxaria com água quente que não cobriu minhas luzes por completo pra dar um efeito de nuance no vermelho final. Depois disso vi lá um tal de 66.44 que foi manipulado com outras coisas.
NÃO FAÇA SOZINHA EM CASA ACHANDO QUE VAI FICAR IGUAL O MEU QUE NÃO VAI. EXISTE TODO UM ESTUDO DA SUA COR DE BASE PRA SABER COMO CHEGAR EM TAL TOM. VÁ NO HILTON. NÃO É JABÁ.
     Não é jabá mesmo, tá? É que achei um profissional muito bom que merece ser indicado. Ele estuda (inclusive fora do país) e é excelente. Faz o que você pede e é super pé no chão, além de ser tricologista, ou seja, saca de fio. Nas luzes eu já vi que ele era bom, mas depois de sair do loiro pra esse vermelho maravilhoso, olha, confio total.
rainha do paint
     Esse foi o dia seguinte, sem nenhuma lavagem. Saiu muita água vermelha na primeira e na segunda lavagem (que foi hoje). Me deu muita pena. Tá menos red power, mas jpa vi que vai desbotar pra cores bonitas. Vou retocar de 30 em 30 dias.
     INCLUSIVE to trocando todos meus produtos roxos e brancos por coisas de cabelo pintado, né. Eu falo pra vocês não escutarem as mulheres na Mega Vale... hoje fui lá adquirir um shampoo novo e acabei dando ideia pra uma moça lá com sombra verde e amarela e batom rosa e blush framboesa. Já deveria ter visto nessa dica, né. Mas enfim. Tentando me vender o produto da linha que ela representava eis que ela me diz: "porque o cabelo vermelho desbota muito, você lava e sai aquela água de salsicha".

E com esse comentário eu encerro o post. Depois venho mostrar o que to usando etc.

domingo, 6 de abril de 2014

Ruivez

Pintar o cabelo equivale a alguns anos de terapia, viu.
Muito bem feita, por sinal.
(sim, tirei a foto no ônibus por motivos de o sol estava batendo na hora e eu quis)